Jogos e Trabalhos se Misturam?


 

A ânsia de produtividade unida à leveza deu início a popularização da Gamificação; sua aplicação atinge desde o âmbito trabalhistas quanto no particular de cada indivíduo, sendo presente nos mais diversos segmentos, indo do meio corporativo até o educacional. 

Mas, o que seria a gamificação? Em suma, seria a utilização de elementos variados de jogos, como rankeamentos, recompensas, objetivos, aplicados em determinadas áreas visando o engajamento e eficácia dos colaboradores. No meio corporativo podem ser muitas as formas de sua utilização, atuando no comercial, colocando metas a serem batidas por seus funcionários; no RH, aplicado na integração de novos funcionários; e de uma maneira geral na empresa, buscando o aperfeiçoamento de skills. 

Além do envolvimento que os jogos colocam no ambiente de trabalho, sua vantagem também está presente na metrificação que o sistema permite fazer. A contagem dos resultados se torna interessante sendo possível, a partir desses, conseguir ver de forma clara e individual a produtividade da equipe do setor e como os resultados podem afetar na saúde da empresa.

Porém, a gamificação pode retornar às suas origens, se voltando apenas para o “game”. Suas vantagens são imensas, mas suas desvantagens perigosas, afetando a objetividade do serviço. Por vezes, a ideia de envolver trabalho com jogos podem soar bobas para as funcionários, fazendo que olhe os propósitos com desdém, caindo na desimportância. Por isso, cabe à empresa saber como executar o método com todos bons design e planejamentos para o funcionamento certeiro das aplicações de “gamification

Como toda ferramenta, há de se pesquisar se suas vantagens e desvantagens cabe no querer da sua empresa; se bem aplicadas, bons resultados serão conquistados. Às vezes jogar pode não ser tão ruim assim!

Texto por Andreia do Nascimento da Equipe de Marketing da Lab245

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