C.A.I.O., o novo membro da diretoria executiva
*publicado originalmente em 1º de abril de 2024 na Revista Nacional da Tecnologia da Informação
Empresas que possuem gestores informados sobre atualidade estão preocupadas com a inteligência artificial
Todas as empresas do planeta que possuem gestores minimamente informados sobre atualidade estão preocupadas com a inteligência artificial. Todas!
É fácil perceber que as mudanças serão profundas e ainda não está
claro quem irá ganhar e quem irá perder. É similar a um jogo de
basquete, em que a todo momento um time faz uma cesta e tudo pode
acontecer.
Como esperar não é uma opção para quem é empresário raiz, é
necessário de começar imediatamente a traçar estratégias e pensar em um
futuro próximo com inteligência artificial.
Ser otimista é uma condição inerente a todos os empresários de
sucesso, eles devem liderar esse processo e estar prontos para surfar na
onda dessa tecnologia despontando para o mercado global. Ao planejar o
futuro de sua empresa na era da inteligência artificial, existem muitos
caminhos para escolher e a decisão pode custar caro e ser irreversível,
por outro lado, o conservadorismo de esperar a tecnologia amadurecer não
é uma opção viável devido às grandes transformações nos mercados e isso
está deixando a alta gestão das empresas em permanente estado de
tensão. O que vai acontecer com o futuro da minha empresa? Quanto ela
vai valer daqui a dez anos?
Os impacto da inteligência artificial não se dá somente pela
tecnologia, mas também pela massa de dados utilizada, refletindo o
pensamento e o comportamento humano, sendo um poderoso recurso de
marketing.
Então, para começar a estudar o impacto da AI na sua empresa nada
mais oportuno que revisar seu quadro SWOT. Nesse caso, vamos analisar o
SWOT especificamente sobre inteligência artificial que é o tsunami que
está chegando para mudar mundo.
Relembrando, SWOT é o acronimo em inglês para : forças (Strengths), fraquezas (Weaknesses),
oportunidades (Opportunities) e ameaças (Threats).
Para identificar claramente esses aspectos, é preciso compreender
e posicionar os impactos da inteligência artificial no seu negócio, na
concorrência e no seu mercado.
É importante avaliar a capacidade da empresa e seus colaboradores
em se apropriar da tecnologia, usando o que há disponível e também se
reinventando. Isso não é pouco! Por essa razão as grandes empresas estão
criando uma nova diretoria de Inteligência Artificial. Parece apenas
uma modinha, mas não é! É uma posição extremamente estratégica, como de
uma liderança em tempos de crise.
Também conhecido como Chief Artificial Intelligence Officer ou
CAIO, esse novo C-Level deve ser o comandante dessa guerra da
sobrevivência corporativa. Ele deverá ter conhecimento técnico e uma
comunicação fluida com o CEO e com o CFO para alinhar estratégias de
crescimento. Ele também deve ser capaz de reconhecer e liderar as
competências multidisciplinares e acompanhar a diretoria de marketing
para monitorar a concorrência e as necessidades e desejos dos novos
consumidores.
O CAIO deverá ser um super diretor, não apenas um técnico, mas um
estrategista que domina todo o processo e é capaz de traçar os caminhos
da empresa na era da Inteligência Artificial.

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